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Dividir as contas para unir o casal.

Um casal que se ama e vive junto compartilha seus sonhos e desejos, sua casa, sua cama, sua vida. Eles falam sobre tudo sem constrangimento. Mas na hora de falar sobre dinheiro os dois precisam respirar bem fundo. Geralmente é uma conversa tão tensa que se terminar sem brigas o casal já merece uma medalha.

Quando se compartilha as contas da casa não é só a saúde financeira dos dois que está em jogo, é a saúde do próprio relacionamento. “Pesquisas mostram que assuntos relacionados ao dinheiro são o segundo maior motivo de separação no mundo, perdendo apenas para a infidelidade”, escreve Gustavo Cerbasi em Os Segredos dos Casais Inteligentes (editora GMT).

Alguns casais, principalmente os mais conservadores, preferem deixar todo o dinheiro em uma só conta bancária e um dos dois faz sozinho a gestão do dinheiro. Isso acaba gerando conflitos, na medida em que só um tem o controle financeiro, mas os dois têm sonhos, ambições e prioridades que seriam viabilizadas por esse mesmo recurso.

Outros casais preferem manter contas bancárias separadas e dividir entre si as despesas fixas da casa. Um paga a luz e o outro paga a água, um paga a escola dos filhos e o outro paga o aluguel. Assim, cada um tem responsabilidade igual de controlar e fazer suas escolhas de consumo, presentes e poupança.

Mas como nem sempre os dois ganham salários semelhantes, dividir as contas igualmente nem sempre é justo. O ideal é estabelecer uma proporção na divisão, de acordo com a proporção do salário, por exemplo: um paga 60%, o outro 40% de tudo.

A chave é a transparência. Muitos casais desistem de manter uma boa transparência e dividir de uma maneira mais metódica (e justa) todas as contas porque isso daria muito trabalho de controle financeiro.

Agora, com o Bankbook, é muito fácil fazer esse tipo de controle e decidir como o casal quer dividir suas contas. É só cada um inserir no aplicativo aquilo que pagou e no final o aplicativo mostra quem gastou mais e quem gastou menos.

Pode até ser que as conversas sobre dinheiro continuem um pouco tensas, mas com a confiança que se estabelece por meio da transparência e sem precisar lidar com a complexidade e a trabalheira de planilhas ou sistemas complicados, com certeza tudo fica mais fácil.

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